sexta-feira, 14 de junho de 2013

e-commerce no varejo

Uma das grandes decisões que o varejo deve tomar é: como devo implementar minha estratégia de e-commerce? Que ele deve implementar, muito provavelmente por se tratar de varejo, faz total sentido. Muito provavelmente a melhor estratégia é o outsourcing do e-commerce.

Existem diferentes estratégias para implementar um e-commerce. Lembrando que um e-commerce não é somente um website para que os clientes possam realizar o pedido, mas envolve também gestão de estoques, entrega dos produtos, devoluções etc. Basicamente temos três estratégias que podem ser adotadas:

- Nível 1: A manutenção do website é realizada por um terceiro. O desenvolvimento, incluindo novas funcionalidades e serviços, é feito internamente pelo varejista;

- Nível 2: Modelo onde o prestador de serviços ganha uma comissão por venda de cada uma das unidades (normalmente de 2 a 3%). Basicamente o provedor gerencia a implementação do site e hosting. Já o varejista cuida da parte de merchandising, pagamentos, e-mail marketing etc;

- Nível 3: Modelo mais completo, onde o prestador de serviços absorve praticamente toda a operação do varejista, como: tecnologia, merchandising, contato com o cliente, call center, processamento de pagamentos, e-mail marketing e atualizações de produtos e serviços.

São inúmeras as vantagens de implementar um e-commerce  com um parceiro. Dentre elas, enumero as principais:

- Rápida implementação do e-commerce e de forma mais barata, quando comparado ao desenvolvimento dentro de casa;

- Absorção de conhecimento sobre e-commerce que não seria possível caso o desenvolvimento se desse dentro de casa. Tais empresas já implementaram centenas de projetos e todos os aspectos técnicos e dificuldades, que poderiam ocorrer em um desenvolvimento próprio, não serão problemas no projeto;

- Diminuição nos riscos de implementação.

Cada vez mais acredito na terceirização do e-commerce. Mais e mais companhias do varejo ao redor do mundo estão focando seus esforços em seu core business, que com certeza não é desenvolvimento de código.

Soma-se a isto, a própria terceirização dos serviços de distribuição. Mas este assunto merece um tópico futuro neste blog!

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil





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