terça-feira, 15 de abril de 2014

RFID em Supermercados




Caros Leitores,

Compartilho no Blog parte do interessante texto de Carlos Eduardo Santos, Diretor de Soluções e Marketing da Plastrom Sensormatic sobre RFID em Supermercados.

Há quinze anos, quando falávamos em RFID dizíamos tratar-se de uma solução do futuro e que muitas dúvidas seriam esclarecidas de acordo com a evolução da tecnologia.


Na época as discussões abordavam questões relacionadas à padronização de frequências, invasão de privacidade, altos investimentos, impacto do custo das etiquetas na margem dos produtos, dificuldade para se mensurar os benefícios totais, funcionamento em superfícies metalizadas e com conteúdo a base de água,  entre outras observações.


O crescimento do uso da solução RFID no varejo esta sendo bastante expressivo no mundo e também no Brasil. Os setores de confecção, calçados e eletroeletrônicos estão sendo os pioneiros na adoção da tecnologia como ferramenta de gestão, prevalecendo  a aplicação para melhorar a visibilidade de estoque objetivando a redução da ruptura, redução dos custos operacionais, aumento de venda pela melhora de disponibilidade e prevenção de perdas.


Com o passar dos anos, muitas questões foram esclarecidas, mais uma particularmente permanece ainda em discussão, o RFID poderá um dia ser implementado em toda a cadeia de valor do segmento de Supermercados podendo até substituir o código de barras?


Muito se evoluiu na tecnologia, com o aumento da demanda, o ganho de escala no processo produtivo vem sendo percebido com a redução significativa do custo das etiquetas prontas para serem aplicadas, assim como, foram desenvolvidas TAG´s especificas capazes de serem aplicadas a produtos metalizados e/ou com conteúdo a base de água, porém, o segmento de supermercados ainda não esta preparado para uma implementação em “cadeia” em razão da maturidade nos processos que a solução exige e mesmo com a redução dos custos dos labels, seu impacto ainda é bastante significativo na margem de muitos produtos.


Embora a implantação em cadeia ainda esteja um pouco distante, o RFID vem tomando corpo  como ferramenta de gestão para aplicação em processos específicos dentro da cadeia de valor do varejo de autosserviço.


Iniciar um processo de implementação de RFID por processos, ajuda a desmistificar o mito de ser uma tecnologia “cara” pela simplicidade de sua configuração e principalmente, gera muito mais valor com possibilidades muito mais concretas de se analisar a viabilidade de sua implantação e os benefícios mensuráveis.

Para conferir a matéria completa acesse:


Carlos Eduardo Santos também é editor do portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

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