sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ganhos em produtividade no varejo: como as tecnologias de performance de lojas estão mudando as relações entre clientes e varejo e os impactos na rentabilidade das empresas


Até recentemente, o termo “Store Performance”, que em uma tradução livre significa “Performance de Loja”, somente era ouvido em reuniões entre empresas de tecnologia. Muito pouco se dizia ou era acompanhado por varejistas e principalmente clientes. A grande mudança que ocorre atualmente é que tais tecnologias estão se tornando ferramentas de uso dos próprios clientes, em benefício de sua experiência de compra.

Em um mundo digitalizado, com evoluções principalmente em telecomunicações ocorrendo aos saltos, clientes, varejo e indústria, também mudam seus comportamentos de acordo com tais incrementos. Em recente estudo realizado pelo Google a respeito do comportamento de compra dos clientes de varejo nos Estados Unidos foi identificado que: a) 44% dos clientes pesquisam e compram seus produtos on-line; b) 17% dos clientes visitam as lojas e depois compram on-line; c) 51% dos clientes pesquisam on-line e depois compram nas lojas; e por fim d) 32% pesquisam on-line, visitam as lojas e depois compram on-line. Destaca-se, portanto na pesquisa a quantidade de clientes que pesquisam on-line e depois compram nas lojas, em busca principalmente da melhor experiência de compra.

Porém, diante deste cenário, a pergunta que todo varejista deveria responder é: será que eu estou preparado para atender a este cliente digital? Quais experiências de compra podemos oferecer a este cliente? Ou simplesmente: atendo às expectativas destes clientes?
Para responder a estas perguntas, é necessário compreender o comportamento de compra dos clientes. Para isto, existem diversas ferramentas, disponíveis no mercado e que fornecem uma ampla variedade e quantidade de informações para que o varejo tome as melhores decisões com o objetivo de melhorar a experiência de compra dos clientes e, consequentemente, aumentar a sua rentabilidade.

A)    Soluções de Controle de Fluxo e Visibilidade de taxas de conversão: estas soluções permitem o controle de fluxo de clientes nas lojas e comparar estas informações com os dados de venda de cada loja. Empregam comumente a tecnologia de identificação por vídeos para esta contabilização. As aplicações mais confiáveis conseguem uma acurácia de acima de 95%. Algumas soluções já possibilitam a identificação do sexo e idade aproximada dos clientes.

B)     Soluções de RFID: possuem como grande benefício ao varejista o aumento em vendas. Isto ocorre pela possibilidade de se etiquetar, com etiquetas inteligentes, cada produto (oferecendo uma codificação única para cada produto), garantindo assim inventários rápidos e precisos, com uma acurácia próxima a 99%. Geralmente o nível de acurácia de estoques no varejo é em torno de 70%. Isto significa que os restantes 30% são desconhecidos ou imprecisos. O grande foco das soluções é identificar facilmente as rupturas em piso de vendas e estoque e garantir a reposição constante de produtos. Qual o valor disto? Pesquisas indicam que o maior motivo dos clientes deixarem as lojas sem comprar é de indisponibilidade do produto naquele momento (30% produto indisponível naquele momento; 24% melhor preço na concorrência; 13% filas no checkout; 13% precisavam de mais informações do produto; 12% não foram atendidos por um vendedor).

C)    Soluções de Controle de áreas quentes nas lojas: estas soluções permitem a identificação, através de câmeras e sensores, de quais áreas das lojas são mais acessadas pelos clientes, indicando maior interesse dos mesmos pelos produtos disponíveis nestas regiões. O varejista, com base nestas informações, pode realizar mudanças na disposição dos produtos na loja, para ter uma movimentação mais uniforme em todo o ambiente, ou até mesmo, dar um maior foco em determinado tipo de produto.

D)    Soluções de mobilidade: São diversas as soluções que utilizam o smartphone dos usuários como ferramenta. Por exemplo, soluções que permitem a visibilidade de acessos móveis, quando realizados através de rede Wi-fi da loja. Outro exemplo é o uso de emissores Bluetooth (beacons) para a oferta de promoções aos usuários, quando se aproximam de determinada loja ou gôndola. O grande objetivo de tais ferramentas é obter informações sobre o comportamento dos clientes nas lojas (por exemplo quais os sites mais visitados pelos clientes nas lojas?), e também, oferecer benefícios e convidar os clientes a interagir com a loja. Esta mudança, com foco na interação e melhoria da experiência de compras, é uma grande tendência mundial.

E)     Soluções de melhoria no atendimento ao cliente: já existem há um bom tempo, soluções com foco na melhoria do atendimento ao cliente. Destaco uma em especial: através de botões espalhados pela loja, os clientes podem solicitar atendimento, quando se interessam por determinado produto. Este acionamento gera uma comunicação através de walkie-talkies ou smartphones, permitindo assim que o vendedor daquele departamento atenda o cliente. Por trás desta operação, sistemas garantem à gerência o monitoramento do tempo de atendimento, comparações entre lojas etc. O valor destas soluções está no fato, comprovado através de pesquisas, que 12% dos clientes deixam as lojas sem comprar, por não serem atendidos. A mesma tecnologia pode ser aplicada também em provadores. Através de sensores de presença, o varejista pode definir que, passados, por exemplo, 2 minutos de presença de um cliente em um provador, um vendedor é acionado, com o objetivo de questionar o cliente se está tudo bem ou se necessita de ajuda. O valor está também na informação comprovada através de pesquisas, de que 50% dos furtos de clientes, originam-se nos provadores.

Em resumo, apenas com estes 5 exemplos de soluções, o varejo pode obter informações para a melhor tomada de decisão, com o objetivo de oferecer uma melhor experiência de compra.

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

RFID Zara

Pra quem ainda não teve a oportunidade, vejam interessante vídeo divulgado pela Inditex sobre o Rollout do RFID na Zara, que abrangerá 2.600 lojas até 2016:


Abaixo, toda a apresentação do projeto RFID, também disponibilizado pela Inditex:

http://www.inditex.com/documents/10279/32381/RFID_eng_low.pdf/79ae6492-752c-4f51-803b-ddb0de92d7cb

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Google Glass

A tecnologia Google Glass está em seus primeiros passos. É de se esperar que leve algum tempo para que aplicações utilizando esta tecnologia, comecem a surgir e serem oferecidas pelas empresas de tecnologia.

Porém, já imaginando o que vem pela frente, encontrei o vídeo abaixo que mostra uma aplicação para a pilotagem de aviões. Incríve!


Bruno Calaça
Editor do Blog Store Peformance Brasil

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Navdy: realmente uma tecnologia interessante


Esses dias, acessando o site kickstarter, me deparei com uma oferta interessante. Trata-se do Navdy: https://www.navdy.com/?utm_source=AdWords&utm_medium=CPC. É um dispositivo, que se comunica via bluetooth com celulares e tablets, e informa, através de uma pequena tela, as informações de navegação em GPS, mensagens e chamadas recebidas.

Vejam o vídeo e se encantem com esta tecnologia.

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil




iPhone 6 terá funcionalidade de pagamentos via NFC


Chegou a hora dos pagamentos via NFC explodirem? Esta é chamada da reportagem do site Mashable, especializado em tecnologias, na materia "Report: iPhone 6 will have NFC Mobile Payment Capability", de 28 de Agosto deste ano.

Os rumores sobre esta funcionalidade ou plataforma já são bem antigos. É de conhecimento do mercado que várias patentes da tecnologia foram adquiridas pela Apple recentemente. Outra grande força da empresa é sua base de aproximadamente 800 milhões de contas no iTunes.

Portanto, um serviço de pagamento completo, concorrente dos cartões de crédito, dinheiro, cheque, realmente esta prestes a explodir. Talez seja um movimento que outras empresas de peso farão, como Google e Microsoft.

Para a leitura da matéria completa acesse: http://mashable.com/2014/08/28/iphone-6-nfc-payments-report/

Boa leitura!

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O RFID irá substituir o EAS?

Em recente texto divulgado na RFID Journal, uma importante questão foi endereçada: O RFID irá substituir o EAS?

Abaixo interessante conteúdo da matéria:



"When an EAS-enabled alarm sounds, it is generally too late to stop the loss from occurring. With RFID, a retailer has the opportunity to actually prevent loss. The key is to use RFID-generated data to develop a loss-prevention system. A store, for example, could set up the system to recognize anomalies that indicate a theft is likely to occur, such as when a shopper takes two identical items into a dressing room or performs a "shelf sweep," removing several products from a shelf quickly and simultaneously. The system could alert store personnel to keep an eye on the shopper, possibly preventing rather than merely detecting a theft."

Para a leitura da matéria completa, acesse: http://www.rfidjournal.com/articles/view?11535

Bruno Calaça
Editor do Blog Store Performance Brasil 

When an EAS-enabled alarm sounds, it is generally too late to stop the loss from occurring. With RFID, a retailer has the opportunity to actually prevent loss. The key is to use RFID-generated data to develop a loss-prevention system. A store, for example, could set up the system to recognize anomalies that indicate a theft is likely to occur, such as when a shopper takes two identical items into a dressing room or performs a "shelf sweep," removing several products from a shelf quickly and simultaneously. The system could alert store personnel to keep an eye on the shopper, possibly preventing rather than merely detecting a theft. - See more at: http://www.rfidjournal.com/articles/view?11535#sthash.JDgHsauD.dpuf
When an EAS-enabled alarm sounds, it is generally too late to stop the loss from occurring. With RFID, a retailer has the opportunity to actually prevent loss. The key is to use RFID-generated data to develop a loss-prevention system. A store, for example, could set up the system to recognize anomalies that indicate a theft is likely to occur, such as when a shopper takes two identical items into a dressing room or performs a "shelf sweep," removing several products from a shelf quickly and simultaneously. The system could alert store personnel to keep an eye on the shopper, possibly preventing rather than merely detecting a theft. - See more at: http://www.rfidjournal.com/articles/view?11535#sthash.JDgHsauD.dpuf
When an EAS-enabled alarm sounds, it is generally too late to stop the loss from occurring. With RFID, a retailer has the opportunity to actually prevent loss. The key is to use RFID-generated data to develop a loss-prevention system. A store, for example, could set up the system to recognize anomalies that indicate a theft is likely to occur, such as when a shopper takes two identical items into a dressing room or performs a "shelf sweep," removing several products from a shelf quickly and simultaneously. The system could alert store personnel to keep an eye on the shopper, possibly preventing rather than merely detecting a theft. - See more at: http://www.rfidjournal.com/articles/view?11535#sthash.JDgHsauD.dpuf

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Zebra compra Enterprise Business da Motorola Solutions

Zebra finaliza até o final deste ano a aquisição da Motorola Solutions Enterprise Business. Com isso, amplia ainda mais o portfolio RFID de sua empresa, hoje concentrado em impressoras RFID.

Para conferir a matéria completa, acesse o site da RFID Journal Brasil: http://brasil.rfidjournal.com/noticias/vision?11684

Bruno Calaça

Editor do Blog Store Performance Brasil

terça-feira, 15 de abril de 2014

RFID em Supermercados




Caros Leitores,

Compartilho no Blog parte do interessante texto de Carlos Eduardo Santos, Diretor de Soluções e Marketing da Plastrom Sensormatic sobre RFID em Supermercados.

Há quinze anos, quando falávamos em RFID dizíamos tratar-se de uma solução do futuro e que muitas dúvidas seriam esclarecidas de acordo com a evolução da tecnologia.


Na época as discussões abordavam questões relacionadas à padronização de frequências, invasão de privacidade, altos investimentos, impacto do custo das etiquetas na margem dos produtos, dificuldade para se mensurar os benefícios totais, funcionamento em superfícies metalizadas e com conteúdo a base de água,  entre outras observações.


O crescimento do uso da solução RFID no varejo esta sendo bastante expressivo no mundo e também no Brasil. Os setores de confecção, calçados e eletroeletrônicos estão sendo os pioneiros na adoção da tecnologia como ferramenta de gestão, prevalecendo  a aplicação para melhorar a visibilidade de estoque objetivando a redução da ruptura, redução dos custos operacionais, aumento de venda pela melhora de disponibilidade e prevenção de perdas.


Com o passar dos anos, muitas questões foram esclarecidas, mais uma particularmente permanece ainda em discussão, o RFID poderá um dia ser implementado em toda a cadeia de valor do segmento de Supermercados podendo até substituir o código de barras?


Muito se evoluiu na tecnologia, com o aumento da demanda, o ganho de escala no processo produtivo vem sendo percebido com a redução significativa do custo das etiquetas prontas para serem aplicadas, assim como, foram desenvolvidas TAG´s especificas capazes de serem aplicadas a produtos metalizados e/ou com conteúdo a base de água, porém, o segmento de supermercados ainda não esta preparado para uma implementação em “cadeia” em razão da maturidade nos processos que a solução exige e mesmo com a redução dos custos dos labels, seu impacto ainda é bastante significativo na margem de muitos produtos.


Embora a implantação em cadeia ainda esteja um pouco distante, o RFID vem tomando corpo  como ferramenta de gestão para aplicação em processos específicos dentro da cadeia de valor do varejo de autosserviço.


Iniciar um processo de implementação de RFID por processos, ajuda a desmistificar o mito de ser uma tecnologia “cara” pela simplicidade de sua configuração e principalmente, gera muito mais valor com possibilidades muito mais concretas de se analisar a viabilidade de sua implantação e os benefícios mensuráveis.

Para conferir a matéria completa acesse:


Carlos Eduardo Santos também é editor do portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

segunda-feira, 17 de março de 2014

Google Planeja abertura de suas Lojas Físicas


Já imaginou entrar em uma loja do Google e experimentar seus produtos e serviços, todos reunidos em um ambiente próprio? Pois é. É justamente isto que foi recentemente divulgado: http://www.mobilecommercedaily.com/google-store-could-bring-much-needed-innovation-to-physical-retailing

Vejam na matéria que, no momento, trata-se de iniciativas isoladas, mas que já estão gerando grande burburinho no mundo da tecnologia.

Bruno Calaç
Editor Blog Store Performance Brasil

sexta-feira, 14 de março de 2014

Como encontrar trabalho usando as Mídias Sociais?



Compartilho com o grupo interessante artigo da Mashable sobre como encontrar uma oportunidade utilizando as principais mídias online:

http://mashable.com/2014/03/13/job-hunt-social-media/

Bruno Calaça
Editor Blog Store Performance Brasil

Mitos, Dúvidas e Especulações do RFID para Varejo

Caros leitores, escrevo agora um conjunto de mitos e especulações sobre a tecnologia RFID para varejo. Muitos varejistas possuem dúvidas sobre a tecnologia e resolvi escrever algo a respeito. Me ajudem a aprimorar ainda mais. Vamos lá:

 
// A tecnologia pode ser utilizada como anti-furto?

A tecnologia RFID ainda não possui um bom desempenho quando utilizada como anti-furto. existem alguns clientes utilizando-a, porém seu desempenho é aproximadamente 30% inferior, quando comparado à tecnologia AM, por exemplo.



// É possível falsificar uma etiqueta RFID?

Não. O código gerado na etiqueta é único. Ele possui informações exclusivas da empresa (varejo) e do produto (código referência), impossibilitando a sua cópia. Além disto, o padrão de codificação RFID utiliza de diversos mecanismos de criptografia.



// algum problema na invasão de privacidade através de RFID?

Não. Este é um mito comum. Muitos varejistas acreditam que seus clientes podem ser rastreados, por exemplo. Mas, caso um cliente de outra loja (cujo produto possua uma etiqueta RFID), entre em sua loja, e haja equipamentos identificando etiquetas neste local, este código é ilegível para esta loja.



// Quais os tamanhos de memória de etiquetas RFID?

São dos mais variados. Existem de 32bits a 4kbits. Normalmente, esta definição de tamanho de memória dependerá do tipo de aplicação que o cliente necessita.
 
// Consigo imprimir informações legíveis nas etiquetas?

Sim. É possível imprimir nas etiquetas, as mesmas informações de, por exemplo, uma etiqueta de preços, de código de barras e até mesmo, gerar uma etiqueta de composição inteligente (com RFID). Qualquer informação legível pode ser impressa em uma etiqueta RFID.



// É possível gravar informações nas etiquetas durante os processos?

Sim. Em qualquer etapa do processo, é possível incluir informações nas etiquetas. Por exemplo: Data de Expedição do produto, Data de recebimento na loja, cupom fiscal etc



// Qual o aumento na eficiência dos inventários possível com o RFID?

É possível ter ganhos de 10 a 25 vezes. Em um exemplo simples, enquanto um coletor de código de barras 400 códigos por hora, o handheld RFID 4.000 etiquetas por hora.



// Mas e se os clientes retirarem as etiquetas?

O produto somente pode ser identificado se ainda possuir a etiqueta RFID. Por isso, a etiquetagem na origem é tão importante. Para produtos têxteis, por exemplo, a costura da etiqueta é a melhor estratégia.

// É melhor etiquetar no fornecedor ou no meu Centro de Distribuição?

A melhor estratégia é etiquetar diretamente na fábrica (fornecedor). Isto garante uma rastreabilidade do produto desde o seuNascedouro”.  Além disto, garante-se um elevado percentual de produtos etiquetados. Muito maior do que a utilização de etiquetas recirculáveis.



// Como é possível gerar as etiquetas?

As etiquetas podem ser geradas, ou gravadas utilizando-se impressoras RFID ou através de Bureau de impressão.



// Metais bloqueiam a etiqueta?

Sim. As etiquetas não podem estar em contato direto com metais.



// Como é feita a integração do RFID com meu PDV?

Existem formas bem simples de se realizar esta integração. Normalmente, utiliza-se webservice para realizar a integração. Isto significa que o PDV do cliente terá o espelho de tudo o que for lido no momento da leitura RFID no caixa.
  
// Consigo obter os dados lidos da solução RFID em meu smartphone?

Sim. Atualmente existem soluções que permitem esta integração. Isto facilita a visibilidade de informações por todos os envolvidos no varejo.



// Que tipos de equipamentos existem?

Basicamente existem os chamados equipamentos fixos e os equipamentos móveis. Equipamentos fixos são: leitores, antenas, portais e impressoras. os equipamentos móveis podem ser handhelds e leitores integrados com smartphones



// Existem diferentes tipos de etiquetas?

Sim. Tratando-se de UHF, que é a frequência utilizada para aplicações de varejo, podem existir etiquetas passivas, semi-passivas e ativas, dependendo se possuem ou não uma bateria interna, e também se enviam continuamente o sinal de resposta.



// Consigo ter uma etiqueta igual à etiqueta de preço que utilizo atualmente?

Sim. É possível ter uma etiqueta de preço, porém RFID.

// Se faltar energia na loja, como será possível prosseguir com a venda?

Não pois o PDV tambémsairá do ar”, ao menos que haja um banco de baterias ou gerador na loja. As soluções de venda em RFID normalmente são integradas para que, caso haja alguma falha nas leituras RFID, possa-se utilizar a leitura com código de barras.



// Quais as inovações existem atualmente na tecnologia RFID?

Principalmente ligadas à:

-criptografia;

-Utilização de RFID como anti-furto;

-Geolocalização de etiquetas (coordenadas);



// Quais os principais benefícios da tecnologia RFID?

-Diminuição das rupturas e consequente aumento em vendas;

-Aumento da acurácia de estoques;

-Redução em perdas;

-Aumento da eficiência operacional.

// Quanto custam as etiquetas?

O preço das etiquetas depende muito do volume e tipo de etiqueta. Mas por exemplo, etiquetas RFID UHF para verejo têxtil são encontradas no mercado a um preço ao redor de R$0,30.



// Todos os produtos podem ser etiquetados?

Sua grande maioria de produtos pode ser etiquetado. Ajustes ou etiquetas especiais podem ser necessários, tendo em vista as limitações de aplicação em metais e líquidos.



// A etiqueta é reutilizável?

Pode ser reutilizável. Porém a tendência natural é de sempre utilizar etiquetas descartáveis.



// A etiqueta tem vida útil?

Assim como qualquer componente eletrônico sim. Porém anos ou até mesmo décadas são necessários até que uma etiqueta torne-se ilegível

// Consigo ler as etiquetas de outra loja que tenha também RFID?

Será lido um código mas sem que se saiba qual é o produto, tendo em vista que  somente aquela loja compreende aquele código.



// Os clientes podem apagar as informações gravadas nas etiquetas (Kill)?

Não. Somente o varejista podematar” a etiqueta.



// Se eu amassar a etiqueta, consigo utilizá-la novamente?

Sim, desde que não haja danificação na ligação entre o chip e a antena.
 
Bruno Calaça
Editor Blog Store Performance Brasil